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	<title>Arquivos Neurocirurgia | Dra. Danielle de Lara | Neurocirurgiã</title>
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	<description>Cirurgia minimamente invasiva para tumores cerebrais e de hipófise com precisão, tecnologia e cuidado humanizado.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jan 2026 18:13:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Neurocirurgia | Dra. Danielle de Lara | Neurocirurgiã</title>
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		<title>Recuperação após cirurgia de hipófise: o que a família precisa saber desde o diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Danielle de Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de um tumor na hipófise costuma ser um choque. De repente, surgem palavras novas, exames, decisões importantes e, quase sempre, uma pergunta que não sai da cabeça da família: “Como será a recuperação depois da cirurgia?” Antes de tudo, é importante respirar fundo. Atualmente, a cirurgia de hipófise evoluiu muito e, na&#8230;&#160;<a href="https://dradanielledelara.com.br/recuperacao-apos-cirurgia-de-hipofise-o-que-a-familia-precisa-saber-desde-o-diagnostico/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Recuperação após cirurgia de hipófise: o que a família precisa saber desde o diagnóstico</span></a></p>
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<h2 class="wp-block-heading">Receber o diagnóstico de um tumor na hipófise costuma ser um choque. De repente, surgem palavras novas, exames, decisões importantes e, quase sempre, uma pergunta que não sai da cabeça da família: <strong>“Como será a recuperação depois da cirurgia?”</strong></h2>



<p>Antes de tudo, é importante respirar fundo. Atualmente, a cirurgia de hipófise evoluiu muito e, na maioria dos casos, é feita de forma <strong>minimamente invasiva</strong>, com foco em segurança, preservação das funções do corpo e recuperação mais rápida. Ainda assim, entender cada etapa do pós-operatório ajuda a reduzir a ansiedade e a apoiar melhor quem está passando por esse momento.</p>



<p>Neste artigo, você vai entender, de forma clara e sem termos médicos complicados, <strong>como funciona a recuperação após a cirurgia de hipófise</strong>, o que é esperado nos primeiros dias, quais cuidados são importantes e qual é o papel da família nesse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a cirurgia de hipófise e por que ela é indicada?</h2>



<p>A hipófise é uma glândula pequena, localizada na base do cérebro, responsável por controlar diversos hormônios do corpo. Quando surge um tumor nessa região — geralmente benigno — ele pode causar alterações hormonais, dores de cabeça ou problemas de visão.</p>



<p>Na maioria dos casos, a cirurgia é indicada quando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Há compressão do nervo da visão</li>



<li>O tumor cresce progressivamente</li>



<li>Existe produção hormonal desregulada</li>



<li>O tratamento clínico não é suficiente</li>
</ul>



<p>Atualmente, o procedimento mais comum é a <strong>cirurgia endoscópica transnasal</strong>, realizada <strong>pelo nariz</strong>, sem cortes externos no rosto ou no crânio. Isso faz toda a diferença no pós-operatório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeiros dias após a cirurgia: o que a família pode esperar</h2>



<p>Logo após a cirurgia, o paciente permanece em observação hospitalar. Isso não significa que algo deu errado, mas sim que o acompanhamento inicial é fundamental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nos primeiros 24 a 72 horas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>É comum o paciente ficar em uma unidade de monitoramento</li>



<li>Pode haver sensação de nariz entupido ou pressão facial</li>



<li>Dor de cabeça leve a moderada pode acontecer</li>



<li>Cansaço e sonolência são frequentes</li>
</ul>



<p>A equipe médica monitora:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quantidade de urina</li>



<li>Exames de sangue</li>



<li>Níveis hormonais</li>



<li>Visão e estado neurológico</li>
</ul>



<p>Esse cuidado próximo existe para identificar rapidamente qualquer alteração e agir precocemente, caso seja necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O nariz “entupido” preocupa? Não, e isso é temporário</h2>



<p>Uma dúvida muito comum da família é em relação ao desconforto nasal. Afinal, a cirurgia foi feita pelo nariz.</p>



<p>É importante saber que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A sensação de nariz entupido é esperada</li>



<li>Não costuma haver dor intensa</li>



<li>Não há cortes externos</li>



<li>Com o passar dos dias, a respiração melhora gradualmente</li>
</ul>



<p>Lavagens nasais com soro fisiológico costumam ser orientadas após a alta e ajudam bastante na recuperação local.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alterações hormonais: algo que precisa de atenção, mas não de pânico</h2>



<p>Como a hipófise controla vários hormônios, <strong>alterações hormonais podem acontecer após a cirurgia</strong>, de forma temporária ou permanente.</p>



<p>Por isso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exames hormonais são feitos ainda no hospital</li>



<li>O endocrinologista acompanha de perto</li>



<li>Em alguns casos, pode ser necessário usar medicações hormonais</li>
</ul>



<p>É fundamental entender que isso <strong>não significa piora</strong>, mas sim um cuidado para manter o equilíbrio do organismo enquanto o corpo se adapta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recuperação em casa: como apoiar o paciente no dia a dia</h2>



<p>Após a alta hospitalar, começa uma fase muito importante: a recuperação em casa. O apoio da família faz toda a diferença nesse momento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidados comuns nas primeiras semanas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar esforço físico</li>



<li>Não assoar o nariz</li>



<li>Dormir com a cabeça levemente elevada</li>



<li>Manter uso correto das medicações</li>



<li>Comparecer às consultas de acompanhamento</li>
</ul>



<p>O retorno às atividades acontece de forma gradual e sempre com orientação médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo leva para voltar à rotina normal?</h2>



<p>Essa é uma das perguntas mais frequentes — e a resposta é: <strong>depende de cada pessoa</strong>.</p>



<p>De forma geral:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atividades leves podem ser retomadas em poucas semanas</li>



<li>O retorno ao trabalho varia conforme o tipo de atividade</li>



<li>A melhora de sintomas visuais pode ser progressiva</li>



<li>O acompanhamento médico é contínuo</li>
</ul>



<p>Cada corpo reage de um jeito, e respeitar esse tempo é essencial para uma recuperação segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da família vai muito além dos cuidados físicos</h2>



<p>Além dos cuidados práticos, o suporte emocional é fundamental. O diagnóstico de um tumor, mesmo benigno, mexe com sentimentos como medo, insegurança e ansiedade.</p>



<p>A família ajuda quando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Oferece escuta e acolhimento</li>



<li>Evita excesso de informações desencontradas</li>



<li>Confia na equipe médica</li>



<li>Ajuda a manter uma rotina tranquila</li>
</ul>



<p>Pequenos gestos fazem grande diferença nesse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento a longo prazo: por que ele é tão importante?</h2>



<p>Mesmo após uma boa recuperação inicial, o acompanhamento continua sendo parte do tratamento.</p>



<p>Isso inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consultas regulares</li>



<li>Exames de imagem periódicos</li>



<li>Avaliações hormonais</li>



<li>Ajustes de medicação, se necessário</li>
</ul>



<p>Esse seguimento garante segurança, tranquilidade e qualidade de vida ao paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em resumo: recuperação é um processo, não um momento</h2>



<p>Receber o diagnóstico de um tumor na hipófise assusta, mas é importante saber que <strong>a cirurgia atual é segura, moderna e pensada para preservar a qualidade de vida</strong>.</p>



<p>A recuperação acontece passo a passo, com acompanhamento próximo e apoio familiar. Informação clara, confiança na equipe e cuidado contínuo transformam um momento difícil em um caminho possível e mais tranquilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando procurar orientação especializada?</h3>



<p>Se você é familiar de alguém que recebeu esse diagnóstico e ainda tem dúvidas sobre o procedimento, a recuperação ou o acompanhamento, conversar com um neurocirurgião especializado faz toda a diferença.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Informação de qualidade e orientação individualizada ajudam a tomar decisões mais seguras e conscientes.</strong></p>
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		<title>Médica de Blumenau palestra em congresso internacional.</title>
		<link>https://dradanielledelara.com.br/medica-de-blumenau-palestra-em-congresso-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Danielle de Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 08:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), palestrará no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio. A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), palestrará no próximo mês no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base de Crânio. O evento, que&#8230;&#160;<a href="https://dradanielledelara.com.br/medica-de-blumenau-palestra-em-congresso-internacional/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Médica de Blumenau palestra em congresso internacional.</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A neurocirurgiã <strong>Danielle de Lara</strong>, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), palestrará no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio.</p>



<p>A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), palestrará no próximo mês no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base de Crânio. O evento, que acontece de 07 a 09 de fevereiro, no Texas, é promovido pela Sociedade Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio e reúne anualmente <strong>especialistas de neurocirurgia</strong> de todo o mundo.</p>



<p>Durante sua participação, a especialista falará sobre cirurgia cerebral por vídeo através do nariz. “Como todos os anos, iremos levar as informações do nosso estado para todo o mundo, além de apresentar os resultados das minhas cirurgias feitas em Blumenau”, explica a médica.</p>



<p>Além disso, em março, a especialista foi convidada para palestrar no Congresso Mundial de Neurocirurgia da <strong>Base do Crânio</strong>, que acontece este ano no Rio de Janeiro (RJ). Na ocasião a médica participará de um painel sobre tumores cerebrais.</p>



<p>“Fiquei honrada com o convite, ainda mais por estar em nosso país. É incrível poder representar e mostrar um pouco de como trabalhamos e nos especializamos por aqui”, relata.</p>
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		<item>
		<title>Neurocirurgiã de Blumenau concorre ao prêmio de melhor pesquisa internacional</title>
		<link>https://dradanielledelara.com.br/neurocirurgia-de-blumenau-concorre-ao-premio-de-melhor-pesquisa-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Danielle de Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2019 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), concorrerá ao prêmio de melhor pesquisa internacional com dois trabalhados selecionados. Eles serão apresentados nos dias 16 e 17 de fevereiro, no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, em Orlando, na Flórida. “Entre quase 500 pesquisas enviadas de todo&#8230;&#160;<a href="https://dradanielledelara.com.br/neurocirurgia-de-blumenau-concorre-ao-premio-de-melhor-pesquisa-internacional/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Neurocirurgiã de Blumenau concorre ao prêmio de melhor pesquisa internacional</span></a></p>
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<h2 class="wp-block-heading">A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no <strong>Hospital Santa Isabel</strong>, em Blumenau (SC), concorrerá ao prêmio de melhor pesquisa internacional com dois trabalhados selecionados.</h2>



<p>Eles serão apresentados nos dias 16 e 17 de fevereiro, no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, em Orlando, na Flórida.</p>



<p>“Entre quase 500 pesquisas enviadas de todo o mundo para concorrer à premiação, tive a honra de ter as minhas duas pesquisas selecionadas. Fico muito grata em representar meu país em um evento renomado como este”, comemora Danielle.</p>



<p>Um dos trabalhos da especialista trata sobre a qualidade de vida em pessoas que são submetidas ao tratamento de doenças cerebrais. “O objetivo desta pesquisa foi entender como fica a qualidade de vida das pessoas que necessitam fazer uma cirurgia do cérebro, como tumores cerebrais e traumatismos cranianos, visto que, a avaliação de qualidade de vida é um assunto que vem crescendo bastante dentro da medicina”, explica a médica. O propósito, de acordo com a especialista, seria entender a qualidade de vida que estas pessoas têm após os procedimentos. “Sempre nos preocupamos em encontrar a melhor cirurgia, o melhor remédio, a melhor radioterapia, mas não sabemos como ficam estas pessoas depois de todos estes procedimentos. Vale a pena passar por isto? O que podemos estudar para informar ao paciente como ele ficará após os procedimentos? Este é o propósito principal da pesquisa”, afirma Danielle.</p>



<p>A pesquisa reuniu dados de pacientes da Europa, Estados Unidos, Japão e Brasil. Na palestra, durante o Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, serão apresentados os dados coletados, para que, antes de realizar um procedimento, os médicos saibam o que os pacientes enfrentarão posteriormente.</p>



<p>A segunda pesquisa selecionada de Danielle aborda uma nova técnica de tratamento cerebral que combina as técnicas de cirurgia cerebral por vídeo e por cateterismo. “Esta pesquisa estuda um tratamento que está sendo desenvolvido e aplicado no Hospital Santa Isabel, para tratar doenças da base do crânio, em que há um defeito do osso, que fecha o crânio. Com uma técnica combinada de cirurgia através do nariz, por vídeo, ela é associada a cirurgia por cateteres. Este procedimento se torna uma alternativa ao tratamento convencional, em que se abria o crânio do paciente para realizar o procedimento”, explica. A neurocirurgiã apresentará os resultados obtidos com esta técnica.</p>



<p><strong>Evento</strong></p>



<p>O Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, em Orlando, na Flórida, acontece de 15 a 17 de fevereiro, e é promovido pela Sociedade Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio e reúne anualmente especialistas de neurocirurgia de todo o mundo. O objetivo do evento é divulgar informações sobre doenças envolvendo a base do crânio, com o propósito de facilitar os avanços científicos para o tratamento de pacientes com distúrbios da base do crânio.</p>



<p>O tema deste ano é: Trabalho em Equipe e Colaboração Multidisciplinar na Cirurgia da Base do Crânio e envolverá cursos pré-encontro, painéis, temas do momento, debates, sessões de vídeo e várias sessões de trabalhos oferecidos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Neurocirurgiã recebe título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio</title>
		<link>https://dradanielledelara.com.br/neurocirurgia-recebe-titulo-de-membro-internacional-da-academia-americana-de-neurocirurgia-da-base-do-cranio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Danielle de Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2017 09:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no hospital Santa Isabel em Blumenau, foi aprovada como membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio, entidade dos Estados Unidos. A Academia reúne profissionais especializados em cirurgias da Base do Crânio e que tem por objetivo desenvolver novas técnicas e divulgar as inovações&#8230;&#160;<a href="https://dradanielledelara.com.br/neurocirurgia-recebe-titulo-de-membro-internacional-da-academia-americana-de-neurocirurgia-da-base-do-cranio/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Neurocirurgiã recebe título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no hospital Santa Isabel em Blumenau, foi aprovada como membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio, entidade dos Estados Unidos.</h2>



<p>A Academia reúne profissionais especializados em cirurgias da Base do Crânio e que tem por objetivo desenvolver novas técnicas e divulgar as inovações para a comunidade médica. Isso significa que ela representará a entidade no Brasil, tendo acesso a pesquisas exclusivas para neurocirurgiões e novidades na área científica.</p>



<p>Danielle atua em um dos centros no Brasil que fazem a cirurgia cerebral minimamente invasiva. Ou seja, cirurgias utilizando câmeras de vídeo e pequenas vias de acesso através do nariz ou de pequenas aberturas no crânio, com o objetivo de diminuir a cicatriz cirúrgica e facilitar o período de recuperação. A profissional tem treinamento de dois anos no Departamento de Cirurgia Minimamente Invasiva da Base do Crânio na The Ohio State University Medical Center,&nbsp; em Ohio, nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Cirurgia cerebral minimamente invasiva</strong></p>



<p>As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nos últimos 50 anos. No entanto, o maior desafio persiste em remover o agravo ao cérebro – seja ele um tumor, um aneurisma, entre outros problemas – sem causar novos danos. Com a cirurgia cerebral minimamente invasiva, procedimento relativamente novo no Brasil, o risco diminui drasticamente. “A maior preocupação do neurocirurgião é evitar criar novas sequelas. Neste sentido, a técnica de cirurgia minimamente invasiva vem ajudando cirurgiões e pacientes. Além disso, facilita a recuperação”, aponta a neurocirurgiã.</p>



<p>A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por essa técnica. Um profissional treinado tanto na técnica tradicional, como na minimamente invasiva, poderá sugerir o melhor caminho a seguir em cada caso. Este tipo de cirurgia, na maioria das vezes, é orientada para doenças neurocirúrgicas como hidrocefalia, tumores e aneurismas cerebrais, e a neurocirurgia funcional que envolve o tratamento da dor, epilepsia e distúrbios dos movimentos.</p>



<p><strong>Vantagens</strong></p>



<p>Conheça algumas vantagens da cirurgia minimamente invasiva:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>É feita por vídeo ou por cateteres;</li><li>Possibilita diminuir o tempo de internação;</li><li>Sem cicatriz aparente (ou muito menor, quando algum corte na pele for inevitável);</li><li>Tempo menor para recuperação;</li><li>Visualização direta do problema, aumentando as chances de sucesso da cirurgia.</li></ol>
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